Em plena pandemia de coronavírus, somos diariamente bombardeados com notícias sobre o número de mortos e infectados pela doença. A gravidade do tema faz com que toda a nossa atenção se volte para ele. Enquanto isso, a dengue, nossa já conhecida inimiga, continua fazendo vítimas por todo o país.
O Aedes Aegypti perdeu seu protagonismo desde o início deste ano, mas ele continua pelos ares e as estatísticas podem provar.
Segundo o Ministério da Saúde, através de um boletim epidemiológico, o número de casos de dengue nas primeiras semanas de 2020 foi cerca de 19% maior, se comparado ao mesmo período do ano anterior.
Embora seja mais conhecido como o “mosquito da dengue”, sabe-se que esta não é a única doença transmitida pelo inseto, que também é um hospedeiro para a Zika, Chikungunya e Febre Amarela.
O grande problema é que o grupo de risco para estas doenças coincide com o do coronavírus. Assim, em pessoas com mais de 60 anos e/ou portadores de doenças crônicas, o quadro clínico pode evoluir e gerar complicações, tais como a miocardite. Trata-se de uma inflamação no coração, que pode atingir outros órgãos.
Além disso, nada impede que um indivíduo com dengue contraia também o coronavírus. Isso, em um organismo já debilitado, representaria sérios riscos à saúde do paciente.
Em suma, é inegável a necessidade de não apenas manter, mas de intensificar as medidas de prevenção e combate ao Aedes Aegypti. Não basta usar álcool em gel nas mãos e máscara no rosto, é preciso eliminar qualquer tipo de água parada, impedindo a proliferação do mosquito. Saiba mais a seguir.
O mosquito da dengue prolifera-se facilmente quando encontra condições favoráveis, com temperaturas amenas e água parada.
Também por isso, a maioria dos focos de Aedes Aegypti se encontra dentro das residências, em locais como vasos de plantas, baldes, pneus e piscinas sem uso. Mas, não se engane: até mesmo os menores recipientes, como tampinhas de garrafas pet servem como berçário para estes insetos.
Por outro lado, isso torna o combate ainda mais fácil, já que não é preciso ir muito longe para encontrar focos deste “vizinho indesejado”.
Para manter a dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito bem longe, prevenir é o melhor remédio e a colaboração de todos é fundamental. Comece trocando a água dos pratinhos de plantas por areia, zelando pela limpeza de quintais e terrenos, vedando caixas d’água e mantendo as piscinas cobertas quando não estão sendo utilizadas.
Por fim, vale ressaltar que o combate eficiente ao mosquito deve ocorrer ainda na fase larval, impedindo, portanto, a proliferação dos mesmos.
Assim, outra solução altamente eficaz é a dedetização de ambientes. Para isso, uma equipe qualificada fica responsável por mapear e identificar os focos do Aedes Aegypti no ambiente, aplicando em seguida soluções inseticidas e larvicidas.
A Máxima é especialista no controle de pragas e sanitização de ambientes, deixando a dengue e demais doenças bem longe de você e de quem você ama. Fale agora mesmo com um de nossos especialistas e saiba mais.
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